
Sejam todos bem-vindos ao meu blog!!!
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domingo, maio 16, 2010
sábado, maio 15, 2010
quinta-feira, maio 13, 2010
O Impacto da Imagem no sucesso Pessoal e Profissional
Quando as pessoas nos veem, elas não estão vendo nosso currículo, nossas experiências ou o que sabemos e podemos fazer. Tudo o que elas inferem sobre nós é baseado no que comunicamos, tanto verbalmente, quanto visualmente. Veja no gráfico a cima a relação entre a linguagem verbal e não-verbal quando estamos nos comunicando:
Comunicação
O Impacto da Imagem no sucesso Pessoal e Profissional
Quando as pessoas nos veem, elas não estão vendo nosso currículo, nossas experiências ou o que sabemos e podemos fazer. Tudo o que elas inferem sobre nós é baseado no que comunicamos, tanto verbalmente, quanto visualmente. Veja no gráfico abaixo a relação entre a linguagem verbal e não-verbal quando estamos nos comunicando:
Comunicação
Quando as pessoas nos veem, elas não estão vendo nosso currículo, nossas experiências ou o que sabemos e podemos fazer. Tudo o que elas inferem sobre nós é baseado no que comunicamos, tanto verbalmente, quanto visualmente. Veja no gráfico a cima a relação entre a linguagem verbal e não-verbal quando estamos nos comunicando:
Comunicação
O Impacto da Imagem no sucesso Pessoal e Profissional
Quando as pessoas nos veem, elas não estão vendo nosso currículo, nossas experiências ou o que sabemos e podemos fazer. Tudo o que elas inferem sobre nós é baseado no que comunicamos, tanto verbalmente, quanto visualmente. Veja no gráfico abaixo a relação entre a linguagem verbal e não-verbal quando estamos nos comunicando:
Comunicação
quarta-feira, maio 12, 2010
terça-feira, maio 11, 2010
Lia Luft textos sobre a Mulher
Lia Luft textos sobre a Mulher
Canção das mulheres
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher
Lia Luft textos sobre a Mulher
Canção das mulheres
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher
segunda-feira, maio 10, 2010
domingo, maio 09, 2010
Beijo francês: não há melhor país no mundo para nomear o mais gostoso dos beijos: o de língua. Os românticos franceses inspiraram o apelido do beijo onde as línguas se entrelaçam. A ironia é que na França o beijo de língua é chamado de beijo inglês. Bem inglês? O iGirl é contra, afinal, tirando o Hugh Grant, os a maioria dos ingleses têm bocas horríveis, com dentes sempre feios.
Beijo de esquimó (ou nordestino): o que há em comum entre a friorenta e distante terra dos esquimós e nossa caliente região nordestina? É que na linguagem dos “pingüinzinhos” humanos, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Quem também mistura tudo por aqui são os nordestinos, que vivem carinhosamente pedindo “um cheiro”, mas ganham um beijo. Já os esquimós, ficam mesmo no esfrega esfrega de narizes.
Beijo Titanic: é só os lábios se juntarem para a troca de salivas bombar. Mas sempre tem aquele tipo que exagera, que transforma o beijo num aguaceiro nojento. O resultado não poderia ser outro: a balada perfeita se afunda, tal qual o desastre do Titanic...
Beijo fim de feira: mais uma categoria “disgusting”. Sabe quando você vai num churras, passa a tarde inteira no xaveco de um gatinho, mas só depois de se fartar de picanha, frango a passarinho e pão com vinagrete é que vocês se beijam? Pois é, nesse momento vocês estão exercitando o famoso beijo fim de feira.
Beijo conde Drácula: é o beijo que se entende até o pescoço. O maior perigo desse beijo é deixar o conde Drácula se empolgar e deixar o famoso chupão no seu pescoço.
Beijo metralhadora: de uns tempos para cá, o beijo metralhadora também passou a ser conhecido como beijo felícia, uma homenagem a personagem “fofa” do Cartoon Network. Já entendeu o estilo do amasso, né? São beijos desenfreados, atirados para todas as partes do corpo da vítima: testa, bochechas, orelhas, nuca, boca, nada escapa de uma Felícia.
Beijo roda gigante: para praticar o beijo roda gigante, é preciso ter muito equilíbrio e controlar a vertigem. Esse tipo de beijo exige sincronia total, já que o casal beijoqueiro fica virando a cabeça de um lado para o outro e a qualquer sinal de descuido, cacholas podem bater!
Beijo aspirador de pó: aquele em que o garoto ou a garota mete o línguão na goela do companheiro e suga tudo que vê pela frente: língua, dentes, gengiva, amídalas... Também é conhecido como beijo endoscopia, que vai da garganta, desce até o estômago e volta... Eca!
Beijo de tia: aquele em que só as bochechas se encostam, e a boca beija o nada. As estatísticas indicam que há cada segundo, são dados 154.920.843.030 bilhões de beijos de tia no planeta Terra, o que faz desse estilo o mais popular de todos.
Beijo de amigos: conhecido como selinho. O selinho é sacramentado após os amigos grudarem delicadamente seus lábios – que deverão estar em formato “biquinho” – e mantê-los unidos por, no mínimo, um décimo de segundo. O beijo de amigos foi muito comum em certos períodos da história da humanidade, quando todos se cumprimentavam naturalmente selando os lábios.
Beijo oceânico: comum em tribos da África e Oceania. Um cobre o nariz do outro com os lábios. É absolutamente proibida a troca de beijos oceânicos caso uma das pessoas envolvida esteja gripada.
Beijo musical: é uma modalidade hippie de beijo. Os lábios não se tocam, o homem sopra na boca da mulher com cuidado. Ela controla o som abrindo e fechando a boca. Enfim, uma inutilidade de beijo, para curtir um som é mais fácil ligar o rádio...
Beijo escondidinho: quando a língua desaparece! O beijo escondidinho provoca uma solidão terrível, um vazio profundo. A dica é não se envergonhas e resgatar a língua do companheiro!
Beijo de esquimó (ou nordestino): o que há em comum entre a friorenta e distante terra dos esquimós e nossa caliente região nordestina? É que na linguagem dos “pingüinzinhos” humanos, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Quem também mistura tudo por aqui são os nordestinos, que vivem carinhosamente pedindo “um cheiro”, mas ganham um beijo. Já os esquimós, ficam mesmo no esfrega esfrega de narizes.
Beijo Titanic: é só os lábios se juntarem para a troca de salivas bombar. Mas sempre tem aquele tipo que exagera, que transforma o beijo num aguaceiro nojento. O resultado não poderia ser outro: a balada perfeita se afunda, tal qual o desastre do Titanic...
Beijo fim de feira: mais uma categoria “disgusting”. Sabe quando você vai num churras, passa a tarde inteira no xaveco de um gatinho, mas só depois de se fartar de picanha, frango a passarinho e pão com vinagrete é que vocês se beijam? Pois é, nesse momento vocês estão exercitando o famoso beijo fim de feira.
Beijo conde Drácula: é o beijo que se entende até o pescoço. O maior perigo desse beijo é deixar o conde Drácula se empolgar e deixar o famoso chupão no seu pescoço.
Beijo metralhadora: de uns tempos para cá, o beijo metralhadora também passou a ser conhecido como beijo felícia, uma homenagem a personagem “fofa” do Cartoon Network. Já entendeu o estilo do amasso, né? São beijos desenfreados, atirados para todas as partes do corpo da vítima: testa, bochechas, orelhas, nuca, boca, nada escapa de uma Felícia.
Beijo roda gigante: para praticar o beijo roda gigante, é preciso ter muito equilíbrio e controlar a vertigem. Esse tipo de beijo exige sincronia total, já que o casal beijoqueiro fica virando a cabeça de um lado para o outro e a qualquer sinal de descuido, cacholas podem bater!
Beijo aspirador de pó: aquele em que o garoto ou a garota mete o línguão na goela do companheiro e suga tudo que vê pela frente: língua, dentes, gengiva, amídalas... Também é conhecido como beijo endoscopia, que vai da garganta, desce até o estômago e volta... Eca!
Beijo de tia: aquele em que só as bochechas se encostam, e a boca beija o nada. As estatísticas indicam que há cada segundo, são dados 154.920.843.030 bilhões de beijos de tia no planeta Terra, o que faz desse estilo o mais popular de todos.
Beijo de amigos: conhecido como selinho. O selinho é sacramentado após os amigos grudarem delicadamente seus lábios – que deverão estar em formato “biquinho” – e mantê-los unidos por, no mínimo, um décimo de segundo. O beijo de amigos foi muito comum em certos períodos da história da humanidade, quando todos se cumprimentavam naturalmente selando os lábios.
Beijo oceânico: comum em tribos da África e Oceania. Um cobre o nariz do outro com os lábios. É absolutamente proibida a troca de beijos oceânicos caso uma das pessoas envolvida esteja gripada.
Beijo musical: é uma modalidade hippie de beijo. Os lábios não se tocam, o homem sopra na boca da mulher com cuidado. Ela controla o som abrindo e fechando a boca. Enfim, uma inutilidade de beijo, para curtir um som é mais fácil ligar o rádio...
Beijo escondidinho: quando a língua desaparece! O beijo escondidinho provoca uma solidão terrível, um vazio profundo. A dica é não se envergonhas e resgatar a língua do companheiro!
sexta-feira, maio 07, 2010
quinta-feira, maio 06, 2010
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